461. KROKUS - BIG ROCKS
"No Fillers, No Ballads, No Bullshit"
Formada em 1975 na Suíça, a banda Krokus possui uma belíssima história de mais de quarenta anos de atividades ininterruptas com uma série de ótimos discos lançados (vários deles grandes clássicos), principalmente durante a década de 1980 quando o fantástico vocalista Marc Storace entrou na banda. Após dezessete álbuns gravados em estúdio pelo grupo desde sua origem, o baixista Chris von Rohr, os guitarristas Fernando von Arb e Mandy Meyer, o baterista Flavio Mezzodi e Marc decidiram, em 2017 gravar seu primeiro álbum tributo como forma de homenagear grandes músicas e bandas da história do Rock nas décadas de 1960 e 1970. Claras influências para seus gostos musicais e, obviamente, de suas carreiras.
Apresentado como um tributo "sem enchimentos, sem baladas, sem besteiras", Big Rocks configura-se exatamente dessa forma, Rock N' Roll em sua essência em forma de canções consideradas imortais e conhecidas por provavelmente todos que gostam do estilo e/ou de suas muitas derivações, mesmo não conhecendo as bandas homenageadas e suas versões originais. Particularmente, não conhecia com profundidade alguns dos homenageados como The Troggs, Eddie Cochran, Spencer Davis Group e até mesmo o mais popular Neil Young, apesar de conhecer amplamente as músicas selecionadas pelo Krokus e apresentadas por seus membros no encarte.
As versões são diretas, cheias de energia (principalmente pela grande atuação de Storace em todo o disco) e não apresentam muitas inovações em suas interpretações, sendo executadas em sua grande maioria no formato mais próximo possível ao original, com algumas poucas exceções, sendo a maior delas The House Of The Rising Sun, que teve o onipresente teclado substituido pela guitarra e uma interpretação vocal bem mais contida do que a original, deixando-a mais próxima do Blues.
Em tempos de Spotify, Deezer e outros serviços de streaming de música, escutar Big Rocks com suas versões de My Generation do The Who, Wild Thing do The Troggs, Whole Lotta Love do Zeppelin, Born To Be Wild do Steppenwolf e Jumpin' Jack Flash dos Stones; pode ser visto (e muito bem aproveitado) como uma ótima "playlist" para qualquer situação que envolva a necessidade básica de estar animado e de bom humor.
As versões são diretas, cheias de energia (principalmente pela grande atuação de Storace em todo o disco) e não apresentam muitas inovações em suas interpretações, sendo executadas em sua grande maioria no formato mais próximo possível ao original, com algumas poucas exceções, sendo a maior delas The House Of The Rising Sun, que teve o onipresente teclado substituido pela guitarra e uma interpretação vocal bem mais contida do que a original, deixando-a mais próxima do Blues.
Em tempos de Spotify, Deezer e outros serviços de streaming de música, escutar Big Rocks com suas versões de My Generation do The Who, Wild Thing do The Troggs, Whole Lotta Love do Zeppelin, Born To Be Wild do Steppenwolf e Jumpin' Jack Flash dos Stones; pode ser visto (e muito bem aproveitado) como uma ótima "playlist" para qualquer situação que envolva a necessidade básica de estar animado e de bom humor.
Tracklist
01. N.I.B. (Black Sabbath cover)
02. Tie Your Mother Down (Queen
cover)
03. My Generation (The Who cover)
04. Wild Thing (The Troggs cover)
05. The House Of The Rising Sun
(The Animals cover)
06. Rockin' In The Free World (Neil
Young cover)
07. Gimme Some Lovin' (Spencer
Davis Group cover)
08. Whole Lotta Love (Led Zeppelin
cover)
09. Summertime Blues (Eddie Cochran
cover)
10. Born To Be Wild (Steppenwolf
cover)
11. Quinn The Eskimo (Bob Dylan
cover)
12. Jumpin' Jack Flash (The Rolling
Stones cover)
13. Back Seat Rock'n Roll
Mais Krokus no Sonorizando:
Hardware (1981)
Mais Krokus no Sonorizando:
Hardware (1981)



Comentários